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6 de novembro de 2011

Cauda - uma forma de expressão

A cauda é uma importante parte dos nossos animais que revela muito da sua atitude perante o que os rodeia. Compreender os sinais que ela nos transmite, pode ser uma ferramenta muito eficaz para compreendermos o nosso próprio animal de estimação.

Os antepassados dos nossos animais movimentavam-se frequentemente em grandes grupos e era necessário que comunicassem entre si de uma forma eficaz. Para isso serviam-se de vocalizações intensas e de posições corporais variadas, nas quais a cauda desempenha um papel preponderante. No entanto, cães e gatos são muito diferentes na sua forma de se expressar e há que os distinguir para melhor os compreender.

Quantas vezes não vemos os nossos cães abanar a cauda como sinal de contentamento? No entanto, um gato a abanar a cauda de uma forma muito efusiva já não tem o mesmo significado. Em qualquer dos casos, além da cauda devemos ter atenção a todo o animal - olhos, orelhas, posição da cabeça e patas são elementos que devemos ter em conta quando tentamos compreender o que os nossos animais nos querem transmitir.

Um cão amigável abana toda a cauda de uma forma muito rápida, festiva e por vezes muito barulhenta, estando ela toda levantada. Já um cão dominante ou agressivo terá a cauda levantada mas, normalmente, não a abana. Nalguns casos, os cães dominantes ou agressivos podem abaná-la mas apenas na sua extremidade. Um cão medroso e/ou submisso apresenta a cauda mais baixa ou mesmo entre os membros posteriores, podendo abaná-la de uma forma muito súbtil.

Nos gatos, sempre que a cauda abana com força ou está eriçada, significa que estão realmente zangados e podem mesmo atacar. Por sua vez, quando a cauda está curva com a ponta a abanar suavemente, o gato está tranquilo e totalmente relaxado. Quando a cauda está erecta, o gato mostra interesse no que se passa à sua volta.

A cauda é um dos meios de comunicação mais importante dos nossos animais. Saber interpretar os seus sinais nem sempre é fácil mas permite-nos conhece-los ainda melhor.

A cauda pode-nos transmitir muita informação acerca do temperamento do animal
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15 de outubro de 2011

Seguro de saúde para o seu animal de companhia

Já pensou em ter um seguro de saúde para o seu animal de estimação? Um seguro que cubra parcial ou totalmente as despesas de saúde do seu animal de estimação?

Os nossos animais merecem os melhores cuidados de saúde
Quando adquirimos um novo animal ponderamos que despesas iremos ter com ele em termos de alimentação, idas ao veterinário para consultas de rotina, vacinações e desparasitações. Além disso, todos sabemos que os custos com o veterinário podem ser um entrave para termos um ou mais animais.

E como, por vezes, os imprevistos acontecem e o nosso animal pode adoecer e passar a ter um peso maior no nosso orçamento familiar. Para que consiga proporcionar ao seu animal melhores cuidados de saúde e de uma forma mais tranquila, pense em fazer-lhe um seguro de saúde que cubra pelo menos parte de todos estes custos.

Hoje em dia, existem inúmeras possibilidades para seguros de saúde animal, adaptadas às possibilidades de cada dono. Consulte seguradoras ou empresas especializadas nesse assunto e pense no melhor para o seu melhor amigo. A saúde dele é da nossa responsabilidade como donos e devemos sempre proporcionar-lhe os melhores cuidados sem que isso represente um desequilíbrio drástico no nosso orçamento.
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29 de novembro de 2010

Como dar banho ao seu gato?

Os gatos habitualmente fazem a sua higiene pessoal, lavando-se diariamente (grooming). No entanto, nem todos os gatos têm este hábito, alguns por serem muito gordos, outros porque simplesmente nunca tiveram este tipo de comportamento. 

Dar banho a um gato, nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos gatos detestam ser molhados ou mesmo ser manipulados, por forma a ser possível dar-lhes banho.  Em primeiro lugar, deve perceber se o seu gato gosta do contacto com a água ou não. Para isso, experimente deixá-lo entrar no seu wc enquanto toma banho. Tente aperceber-se se ele mostra algum tipo de iniciativa para brincar com a água do seu duche ou se, pelo contrário, foge de imediato. Se o seu comportamento for de fuga, provavelmente dar-lhe banho não será das melhores ideias. Se ele mostrar algum interesse na água, então podemos ter alguma esperança de que o banho corra bem. 

Antes do banho deve escová-lo, principalmente se o seu pêlo for longo ou semi-longo. Se ele tiver o pêlo embaraçado ou com nós, será muito mais difícil escová-lo depois do banho, pois os nós, depois de molhados, aderem mais à pele do animal. Opte também por lhe cortar as unhas antes do banho - se esta tarefa não correr bem, é preferível deixar o banho para outro dia e deixá-lo acalmar. 

Feito isto, podemos preparar o banho para o nosso gato. Devemos colocá-lo numa banheira com água morna e evitar usar o chuveiro. A cabeça deve ser sempre a última parte do corpo a lavar. Tenha sempre pronta uma toalha para o secar de imediato - não esqueça que quanto mais rápido for o banho, menos stress causamos ao gato. Depois de bem seco com a toalha, escove-o de novo para desembaraçar o pêlo e, se o gato tolerar, pode tentar secá-lo com um secador de cabelo não muito quente. É fundamental usar um champô adequado para o seu gato - não use nunca champô de cão ou de humano!

Se a experiência do banho for traumatizante para si e para o seu gato, é preferível usar um champô seco ou uma toalha humedecida para remover a maior sujidade. Não esqueça que o gato é um animal que, na maioria dos casos, não gosta de ser muito agarrado, muito menos se tiver de ser molhado - o banho terá de ser simples e rápido. Boa sorte!

Como dar banho ao seu gato?

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11 de outubro de 2010

Será que tem febre?

Muitas vezes os donos dos nossos animais de estimação dizem-nos que eles têm febre ora porque têm os olhos pouco brilhantes, ora porque têm o nariz quente e/ou seco ou molhado, ora porque estão muito parados e os sentem quentes. São muito diversos os motivos que levam os donos a acharem que o animal pode ter febre.


Será que tem febre?



A forma correcta de sabermos se o animal tem febre ou não é através do uso de um termómetro que é colocado no ânus do animal. Todos os outros tipos de medição são empíricos e pouco precisos, podendo facilmente conduzir-nos a erros quanto à sua temperatura corporal.

O termómetro não necessita de ser específico para cães ou gatos - basta utilizar um termómetro de uso humano. Antes do introduzir no ânus deverá lubrificá-lo para que não seja traumático e o animal não se sinta desconfortável com o procedimento. O termómetro deverá estar encostado à parede interior do ânus do animal para que a medição seja precisa. Para tal deve levantar bem a cauda do animal para que o ânus possa ser facilmente observado e o termómetro seja colocado correctamente. A maior parte dos animais mexe-se bastante durante a medição da temperatura corporal, por isso devemos ser rápidos e saber exactamente o que temos que fazer.

A temperatura normal dos nossos animais de companhia é superior à nossa e varia entre os 38ºC e os 39ºC. O stress ou o medo podem facilmente aumentar a temperatura corporal do animal, por isso certifique-se que o animal está tranquilo antes de medi-la. Sendo a temperatura normal mais elevada, isto não significa que o aumento de 1ºC seja pouco importante - 40ºC de temperatura neles é tão grave como em nós humanos.

Actualmente, a maior parte de nós possui termómetros digitais que são rápidos e de fácil leitura. Se por acaso utilizar um termómetro de manual de vidro deve manuseá-lo com cautela para que não se parta com algum movimento mais brusco do animal. Se por acaso isso acontecer, não tente retirar a porção partida do ânus do animal. Deve contactar de imediato o seu médico veterinário assistente para que ele proceda à sua remoção sem perigo para o animal.
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23 de dezembro de 2009

Boas Festas em segurança

Durante a época festiva tenha especial atenção com as decorações festivas e com a localização da comida. Por vezes, estamos tão atarefados com a preparação da época festiva, que nos esquecemos que os nossos animais poderão ter acesso a objectos e comida perigosos para eles. Assim sendo, deixo aqui várias dicas que poderão evitar desastres maiores em sua casa:

  • coloque sempre a comida num local de difícil acesso ao seu animal, tendo especial atenção com os chocolates, bem como, com os ossos e espinhas dos restos de comida que sobra;
  • deve ter especial cuidado com os ornamentos natalícios que podem ser "brinquedos" especialmente atraentes para os seus animais - bolas, fitas, presépios e velas acesas podem ser potencialmente perigosos;
  • plantas muito coloridas podem ser tóxicas para o seu animal - coloque-as sempre num local de difícil acesso ao seu animal;
  • evite decorar a árvore de natal com doces, pois os seus animais poderão facilmente roubá-los;
  • evite colocar os presentes debaixo da árvore de natal - o seu animal pode considerá-los atraentes e roe-los ou mesmo comê-los.


    Urinar para a árvore de Natal - um problema frequente nesta época

    Passe uma boa quadra festiva, em segurança, na companhia dos seus animais de companhia. Boas Festas!
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    1 de dezembro de 2009

    Será que os gatos caem sempre de pé?

    Frequentemente dizemos que todos os gatos caem de pé. Contudo, isso nem sempre acontece. Quando os gatos caem de uma altura relativamente baixa, frequentemente conseguem girar no ar e aterrar de pé. No entanto, quando a altura é superior a cerca de dois andares, os gatos podem sofrer lesões muitos graves, que podem mesmo ser fatais.

    A facilidade com que o gato gira no ar e cai de pé deve-se às características anatómicas do seu esqueleto. Os gatos apresentam clavículas muito rudimentares que não se unem a nenhum dos outros ossos do seu esqueleto, sendo apenas suportadas pela massa muscular dos seus ombros. Isto faz com que, facilmente, as suas patas dianteiras tenham uma rotação fora do vulgar e o seu corpo possa facilmente adaptar-se a novas posições. Assim, durante uma queda, as patas são a primeira estrutura a tocar no solo, absorvendo o impacto da colisão.





    Os gatos nem sempre caem de pé
    Se o gato cair de uma altura superior a dois andares, pode conseguir girar no ar para adquirir um bom posicionamento para a queda, no entanto as patas não conseguirão absorver todo o impacto da colisão. Nestas situações, é frequente surgirem traumatismos a nível torácico e/ou abdominal, bem como fracturas ósseas a nível dos membros e/ou crânio.

    Independentemente da altura em que o gato vive, mantenha sempre a janelas fechadas, por forma a impedir a sua saída. Mesmo quedas de alturas mais baixas podem provocar lesões muito graves ou mesmo fatais - por vezes encontram obtáculos pelo caminho, que os impedem de girar no ar e cair de pé, nomeadamente estendais da roupa.  Nunca esqueça que o gato não vai aprender com a queda - se vir a janela aberta uma segunda vez pode voltar a atirar-se. Mais vale prevenir...
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    3 de novembro de 2009

    Como dar comprimidos a gatos

    Dar comprimidos a gatos pode não ser uma tarefa muito fácil. Aliás pode ser uma tarefa bem árdua que cria um stress acrescido tanto no dono como no gato.

    Dar comprimidos a gatos nem sempre é fáci

    Se o seu gato não estiver a seguir uma dieta específica, poderá dar a medicação ao seu gato através de um pouco de comida húmida que ele goste muito. Primeiro coloque um pouco da comida sem o comprimido para que o gato não fique desconfiado e só depois coloque o "isco" com o comprimido. Nunca misture a medicação na refeição completa do gato, pois este pode não a ingerir na totalidade.

    Se o seu gato não pode ingerir extras ou se não "mordeu o isco", então a única opção será colocar o comprimido bem no fundo da boca do animal. Eis algumas dicas que pode utilizar para conseguir dar a medicação ao seu animal:

    • retire o comprimido da sua embalagem e coloque-o num local de fácil e rápido acesso;
    • chame o gato com um tom de voz tranquilo para o local onde deseja dar-lhe o comprimido;
    • se o gato for mais activo, coloque-o embrulhado num cobertor ou toalha grande, deixando só a cabeça de fora; será conveniente cortar-lhe previamente as unhas, para evitar arranhões;
    • encoste-o a um local onde ele não tenha hipótese de fuga ou coloque-o num local mais elevado, como por exemplo uma bancada ou uma mesa;
    • pegue no comprimido, colocando entre o seu polegar e indicador, na ponta dos dedos;
    • com a outra mão segure o maxilar superior obrigando-o a abrir a boca e inclinando ligeiramente a sua cabeça para trás;
    • coloque rapidamente o comprimido no fundo da boca do gato, fechando-a de imediato;
    • espere que o gato coloque a lingua de fora, como se se lambesse, pois só aí estará a deglutir o comprimido; muitos gatos conservam o comprimido "escondido" na boca, enganando, facilmente, o dono. Se o gato demorar a deglutir o comprimido poderá soprar-lhe levemente para o nariz ou massajar-lhe o pescoço, mas nunca o deixando abrir a boca;
    • recompense-o sempre no final com um pequeno mimo.

    Lembre-se que o sucesso desta tarefa está na rapidez usada na administração. Deve evitar diluir os comprimidos em água, pois grande parte deles são amargos e fazem com que o animal salive em demasia e mostre relutância perante qualquer tipo de medicação.
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    4 de outubro de 2009

    Check-up regular

    Todos nós sabemos que a melhor forma de lidar com os problemas de saúde do seu animal  é prevenindo-os ou detectando-os numa fase muito precoce. Para que isso seja possível, deve levar o seu companheiro regularmente ao seu médico veterinário para efectuar um exame clínico completo. Essa regularidade varia conforme a idade e a condição do animal - os jovens devem fazer um check-up anualmente, os geriátricos devem fazer um check-up semestral e os animais com doenças crónicas devem ser acompanhados mais regularmente, dependendo da sua doença e do seu estado de saúde.




    Idas regulares ao veterinário são fundamentais

    O check-up regular passa, normalmente, pelas seguintes etapas:

    • exame clínico completo
    • vacinação;
    • desparasitação interna e externa;
    • análises sanguíneas se se justificar.

    O exame clínico completo passa por examinar o animal de uma ponta à outra:

    • auscultação cardíaca e pulmonar: por vezes detectam-se sopros cardíacos numa fase muito precoce com uma simples auscultação;
    • palpação abdominal: permite verificar e detectar certas anomalias nos orgãos internos como por exemplo assimetria renal;
    • estado da pele e do pêlo;
    • membros: os problemas articulares são muito frequentes nos nossos animais;
    • olhos e ouvidos: otites e conjuntivites fazem parte do dia-a-dia de um veterinário;
    • boca e dentes: os donos nem sempre se apercebem do mau estado dentário do seu animal;
    • condição corporal: o excesso de peso tornou-se um problema grave nos nossos animais.

    A vacinação regular é essencial para prevenir determinadas doenças infecto-contagiosas nos cães e gatos. Nos cachorros e gatinhos as datas das vacinas devem ser respeitadas rigorosamente.

    A desparasitação interna contra vermes intestinais deve ser efectuada pelo menos uma vez por ano em todos os animais adultos. Nos cachorros e gatinhos essa desparasitação deve ser feita mensalmente. A desparasitação externa deve ser feita para evitar pulgas, carraças e mosquitos.

    Nos pacientes geriátricos e com doenças crónicas, as análises sanguíneas são fundamentais para detectar e controlar alterações sistémicas.

    Um check-up regular pode fazer toda a diferença na saúde do seu animal. Não hesite em levá-lo regularmente ao veterinário, ele agradece!
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    9 de maio de 2009

    Como prevenir acidentes

    Os acidentes com os nossos animais de estimação podem acontecer em qualquer altura. Mas, se evitarmos determinados comportamentos de risco, podemos minimizar grande parte desses acidentes.





    Animais acidentados

    Entre os acidentes mais comuns temos:

    1. Quedas: são relativamente frequentes nos gatos, principalmente durante as estações do ano mais quentes. As janelas abertas podem ser um factor de risco acrescido para as quedas. Os gatos não têm noção dos riscos e se estiverem à janela e virem algo que lhes desperte a atenção, não hesitam em saltar, estejam eles num 1º andar ou num 5º andar. Mesmo caindo uma vez, os gatos não "aprendem" e voltam a repetir a proeza, se tiverem oportunidade para isso.
    2. Atropelamentos: idas à rua de cães e gatos sozinhos ou sem trela são um factor que aumentam o risco de atropelamento. Mesmo quando acompanhados, se o seu cão ou gato não levar trela pode assustar-se com algo e fugir para a estrada.
    3. Afogamentos: se tem piscina em casa, use uma barreira protectora para evitar a ida do cão ou do gato para a piscina. Por vezes, mesmo com a presença duma escada na piscina o animal pode atrapalhar-se e não conseguir sair, principalmente se for um animal jovem.
    4. Ingestão de corpos estranhos: muito mais que os gatos, os cães são especialmente predispostos a comer coisas que não devem. Embora a ingestão de corpos estranhos seja mais frequente em cachorros, há animais adultos e geriátricos que também o fazem. Se for esse o caso, evite ter por casa objectos soltos e de fácil acesso para eles e quando for passeá-los esteja atento para não ingerir nada estranho ou opte por usar um açaime se for impossível evitar que eles "aspirem" as ruas.
    5. Envenenamentos: produtos de limpeza doméstica, insecticidas, produtos de jardinagem e medicamentos devem todos eles estar devidamente armazenados e fora do alcance do seu animal de estimação.
    6. Golpe de calor: chegado o tempo quente, certifique-se que proporciona sempre água fresca bem como sombras ao seu animal se este estiver ao ar livre. Nunca o deixe dentro do carro ao sol, mesmo que deixe uma janela ligeiramente aberta.
    7. Hipotermia: aplica-se nos animais recém- nascidos e que não conseguem regular a sua temperatura corporal. Tenha sempre o local aquecido com uma temperatura ambiente constante. Se necessário, compre uma botija de água quente para os manter sempre quentes.

    Não se esqueça de ter sempre no seu telemóvel o contacto de um serviço veterinário de urgências; assim, numa situação urgente, não precisará de perder tempo à procura do veterinário de serviço.
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    16 de novembro de 2008

    A idade humana do seu animal

    Idade humana do seu cão:


    IDADE DO

    CÃO


    IDADE HUMANA


    Raças pequenas


    Raças médias


    Raças Grandes


    6 meses


    17 anos


    12 anos


    6 anos


    12 meses


    22 anos


    20 anos


    12 anos


    18 meses


    25 anos


    23 anos


    16 anos


    2 anos


    27 anos


    25 anos


    22 anos


    4 anos


    29 anos


    39 anos


    40 anos


    6 anos


    36 anos


    51 anos


    55 anos


    8 anos


    46 anos


    63 anos


    75 anos


    10 anos


    55 anos


    75 anos


    94 anos


    12 anos


    62 anos


    85 anos


    103 anos


    14 anos


    68 anos


    95 anos


    -


    16 anos


    76 anos


    -


    -


    18 anos


    87 anos


    -


    -


    20 anos


    99 anos


    -


    -






    Idade humana do seu gato:




     IDADE DO GATO


    IDADE HUMANA


    1 ano


    24 anos


    2 anos


    36 anos


    3 anos


    42 anos


    4 anos


    45 anos


    5 anos


    48 anos


    6 anos


    51 anos


    7 anos


    54 anos


    8 anos


    57 anos


    9 anos


    60 anos


    10 anos


    63 anos


    11 anos


    66 anos


    12 anos


    69 anos


    13 anos


    72 anos


    14 anos


    75 anos


    15 anos


    78 anos


    16 anos


    81 anos


    17 anos


    84 anos


    18 anos


    87 anos


    19 anos


    90 anos


    20 anos


    93 anos


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