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15 de novembro de 2010

IBD - doença inflamatória intestinal

A IBD (Intestinal Bowel Disease) ou doença inflamatória intestinal caracteriza-se por uma infiltração crónica de células inflamatórias na parede do intestino e do estômago. Essa infiltração, a médio-longo prazo, causa uma alteração no tecido normal da parede desses orgãos, substituindo-o por tecido fibroso ou cicatricial. Pode ocorrer tanto em cães como em gatos.

A IBD pode atingir cães e gatos


As causas da IBD podem ser variadas. Acredita-se que haja uma predisposição genética de cada animal individualmente. Contudo, outros factores como a nutrição, determinados agentes infecciosos e alterações no próprio sistema imunitário do animal podem favorecer o aparecimento da IBD. 

Os sintomas mais frequentes de IBD são:

  • vómitos: mais frequentes quando o estômago e a parte inicial do intestino delgado estão mais afectados;
  • diarreia que pode ter sangue e/ou muco: mais frequente quando existe um envolvimento do cólon (intestino grosso)
  • perda de peso;
  • aumento da frequência de defecação;
  • febre, perda de apetite e prostração nos casos mais graves.
Quanto ao diagnóstico, a única forma de obtermos um diagnóstico definitivo de IBD é através da biópsia, obtida através de técnicas não-invasivas como a endoscopia e a colonoscopia ou através de cirurgia com laparotomia exploratória. Em qualquer uma das técnicas, o objectivo é recolher um pedaço dos orgãos envolvidos para análise histopatológica e confirmação da IBD. Se não conseguirmos fazer uma biópsia, devemos então fazer um diagnóstico por exclusão, eliminando todas as outras causas de vómitos e diarreias crónicas nos nossos animais.

O tratamento da IBD começa por uma alteração na dieta alimentar do animal. Existem dietas específicas para este tipo de problemas - as dietas hipoalergénicas e as dietas gastro-intestinais são as mais utilizadas. Seja qual for a dieta que use, é fundamental que o seu animal não ingira mais nada além da dieta. Dar-lhe um biscoito que não seja parte da sua dieta pode significar uma regressão significativa no tratamento do animal. Na maior parte dos casos, usamos também medicamentos imunossupressores que diminuem o número de células inflamatórias que se encontram na parede gastro-intestinal. Quando o animal está numa fase activa da IBD podemos associar antibióticos para diminuir o sobrecrescimento bacteriano que habitualmente acontece num intestino doente. Ácidos gordos, probióticos, vitamina B são algumas das suplementações que estes animais podem também ter.

A IBD é uma condição que não tem cura; podemos tratá-la e reduzir os sintomas mas não a conseguimos fazer desaparecer. O animal deve ser acompanhado regularmente pelo seu médico veterinário assistente e, acima de tudo, devemos ter o máximo cuidado com o que ele ingere - o que nos pode parecer insignificante em termos de extras pode significar um agravamento acentuado dos sintomas.
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16 de dezembro de 2009

Megaesófago

O megaesófago é uma doença que se caracteriza por uma diminuição ou mesmo ausência de motilidade (movimento que conduz os alimentos da boca para o estômago) a nível do esófago. Com a diminuição da motilidade, os alimentos têm dificuldade em chegar ao estômago e o animal vai regurgitá-los. À medida que essa diminuição da motilidade se torna persistente, o esófago terá tendência a dilatar, não recuperando o seu diâmetro normal, originando o chamado megaesófago.



Comparação entre o diâmetro do esófago normal e do megaesófago
O megaesófago pode ser congénito ou adquirido, manifestando-se em qualquer idade da vida do animal. O megaesófago adquirido pode ser primário ou secundário a outras patologias que devem ser descartadas para um melhor tratamento da doença. Pode ocorrer tanto em cães como em gatos, sendo mais frequente em cães.

Os animais com megaesófago têm dificuldade em manter um aporte nutricional apropriado devido à dificuldade de conduzirem os alimentos ao estômago.

Os sintomas mais frequentes desta patologia são:

  • regurgitação;
  • febre;
  • tosse;
  • corrimento nasal;
  • dificuldade em deglutir;
  • mau hálito muito acentuado;
  • perda de peso;
  • pneumonia por aspiração nos casos mais graves.

O tratamento do megaesófago consiste na identificação da causa subjacente à doença, na diminuição da frequência da regurgitação, fornecer o aporte nutricional adequado e evitar possíveis complicações como por exemplo a pneumonia por aspiração.

A alimentação é de extrema importância no melhoramento do estado de saúde do animal. Eis algumas indicações para melhorar a sua alimentação:

  • deve alimentá-lo num patamar mais elevado e dançar com ele no final de cada refeição, para que os alimentos cheguem mais facilmente ao estômago por efeito da gravidade;
  • a dieta deve ser hipercalórica e administrada várias vezes ao dia em pequenas porções;
  • a consistência do alimento varia conforme o paciente - alguns toleram melhor uma dieta líquida, outros toleram melhor uma dieta mais consistente.

Podemos também utilizar fármacos que aceleram a motilidade gastro-intestinal, contudo, estes fármacos funcionam melhor quando a distensão do esófago não é acentuada.

O megaesófago é uma doença que exige grande dedicação e atenção por parte do dono. Só assim, o animal poderá melhorar a sua condição. Informe-se com o seu veterinário sobre esta patologia.
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8 de dezembro de 2009

Síndrome de dilatação-torção gástrica em cães

O síndrome de dilatação-torção gástrica é uma urgência veterinária, extremamente grave, que põe em risco a vida do animal e que deve ser imediatamente assistida por um médico veterinário, assim que for detectada pelo dono. O animal pode morrer ao fim de poucas horas devido à dilatação-torsão gástrica; cerca de 25-30% dos pacientes acabam por morrer, mesmo com tratamento adequado.

Este síndrome caracteriza-se por uma primeira parte de dilatação e uma segunda parte de torção do estômago. Na dilatação, o estômago enche-se de ar e começa a fazer pressão noutros orgãos da cavidade abdominal e no diafragma, fazendo com que o animal vá tendo, progressivamente, maior dificuldade a respirar. Estando dilatado, o estômago pode facilmente girar em torno do seu próprio eixo (torção), conduzindo, progressivamente, a uma diminuição no seu aporte sanguíneo. O tecido gástrico começa a morrer (necrose) e os outros orgãos vitais começam a falhar - nesta fase o estado do animal deteora-se muito rapidamente.






O estômago dilata e acaba por torcer

Nem todos o cães que sofrem dilatação gástrica desenvolvem torção. Contudo, todos o que fazem torção gástrica tiveram anteriormente dilatação.

Existe, nitidamente, uma predisposição genética neste síndrome - as raças grandes e gigantes são as mais afectadas por esta doença. Dentro destas raças, os animais de peito mais profundo e estreito são mais predispostos. Pode ocorrer em qualquer idade, contudo é mais frequente em animais acima dos 7 anos de idade. Os cães que comem uma única vez ao dia têm o dobro da probabilidade de desenvolver dilatação-torção gástrica do que os cães que fazem várias refeições diárias.

Os sintomas mais frequentes são:

  • dilatação e dor abdominal;
  • tentativa de vómito;
  • dificuldade respiratória;
  • estado de choque, nos casos mais graves.

O tratamento da dilatação-torção gástrica passa pela estabilização do estado clínico do animal e posterior cirurgia. A cirurgia consiste na verificação do estado do estômago e dos outros orgãos abdominais, nomeadamente o baço, que também pode estar torcido nestas situações, na reposição do estômago à sua posição normal e na sutura do estômago à parede abdominal (gastropéxia) para evitar futuras recidivas. O pós-operatório exige uma monitorização constante do paciente para detectar possíveis complicações, nomeadamente, arritmias, ulcerações gástricas e lesões a nível de outros orgãos vitais.

A prevenção da dilatação-torção gástrica passa por:

  • alimentar o animal várias vezes ao dia;
  • controlar a ingestão de água após a refeição se o animal for muito sôfrego a beber;
  • evitar o exercício físico intenso ou situações de stress antes e após a refeição;
  • estar atento aos sinais clínicos do animal após as refeições, principalmente se o animal for de uma raça predisposta.

O síndrome de dilatação-torção gástrica é uma condição muito grave, que deve ser detectada precocemente pelo dono do cão. Aconselhe-se com o seu veterinário acerca desta patologia.
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10 de novembro de 2009

Flatulência: um problema a controlar

Apesar da produção de gás fazer parte do normal processo de digestão, alguns animais produzem muito mais que outros, o que pode trazer sérios inconvenientes a quem está à sua volta.




Flatulência - um problema frequente!

A flatulência pode ser atenuada através da alteração de algumas rotinas diárias:

  • obrigue-o a comer devagar: na maioria dos casos, a flatulência é causada pelo excesso de ar que é engolido pelo animal aquando da ingestão do alimento. Tente colocar um brinquedo dele dentro da própria tigela da comida; isto fará com que ele não consiga ser tão sôfrego a comer, pois tentará contornar o próprio brinquedo. Se tiver mais que um animal em casa, separe-os na hora das refeições para que não haja competição entre eles a ver quem come mais rápido;
  • coloque a tigela da comida mais elevada: compre um suporte de tigela da comida para que o animal não tenha que se baixar tanto para a comer - quanto mais baixa a comida estiver, mais ar o animal irá engolir;
  • passeie depois da refeição: pequenos passeios depois da refeição ajudam o processo de digestão, facilitanto a eliminação do gás. Nunca deverá fazer exercício muito intenso após a refeição, apenas uma actividade muito ligeira;
  • mudança de ração: se nota que o seu animal continua com muita flatulência, experimente mudar de alimentação para uma dieta de fácil digestibilidade. Faça sempre uma mudança gradual na alimentação, misturando a ração nova com a ração a que o animal está habituado. As dietas de elevada digestibilidade diminuem, consideravelmente, a produção de gás na digestão;
  • aumente o número de refeições: se dividir a dose diária de comida por 2 ou 3 refeições, o animal vai ingerir uma quantidade menor de comida de cada vez e consumirá menor quantidade de ar;
  • controle os extras: evite dar comida para além da ração e esteja atento para ver se ele não come nada durante os passeios na rua.

Aconselhe-se com o seu veterinário assistente para tentar perceber a causa da flatulência no seu animal; só assim será mais fácil controlá-la.
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31 de agosto de 2009

Vómito - um sintoma frequente

O vómito é uma das causas mais frequente para idas ao veterinário. Consiste na expulsão forçada do conteúdo gástrico através da boca. Não consideramos o vómito uma patologia propriamente dita, mas sim um sintoma de uma série de patologias mais ou menos graves.



Vómito - um sintoma frequente em cães e gatos
Se o animal vomitar uma única vez, estiver alerta e bem disposto, provavelmente não justificará levá-lo ao veterinário. Isto acontece por exemplo quando comem ervas. No entanto, se o animal vomitar várias vezes e estiver apático e prostado, deverá levá-lo de imediato ao seu veterinário.

As causas de vómito são muito variadas e nem sempre estão relacionadas com o aparelho digestivo. Assim sendo, temos causas:

  • gastro-intestinais;
  • infecciosas: virais e bacterianas;
  • hepáticas;
  • renais;
  • endócrinas;
  • neurológicas, entre outras.

Perante esta variedade de causas, percebe-se a importância de fazer um exame clínico completo, com eventual recurso a exames complemetares de diagnóstico (análises de sangue, radiografia, endoscopia, ecografia, entre outros), para deteminar a causa exacta do vómito e, assim efectuar a terapeutica adequada. Quando a causa é gastro-intestinal, o tratamento passa pela administração de anti-ácidos e anti-vomitivos e introdução de uma dieta gastro-intestinal. Se os vómitos persistirem, o animal deve ser internado e colocado a soro para correcção de eventuais desidratações.

Por fim, o prognóstico varia muito conforme a causa do vómito.
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12 de julho de 2009

Bolas de pêlo (Hairballs)

Os gatos são animais que passam grande parte do seu tempo a lamberem-se e a lavarem-se (grooming), engolindo grandes quantidades de pêlo. Normalmente esse pêlo ingerido é eliminado nas fezes. Quando isso não acontece, o pêlo acumulado forma densos aglomerados a nível do estômago e intestino delgado do gato, que lá permanecem até o gato os vomitar. A esse aglomerados chamamos bolas de pêlo.

Grooming - responsável pela ingestão de pêlo


Um gato com bolas de pêlo apresenta sintomas relacionados com o sistema digestivo, nunca com o sistema respiratório. Vómitos, perda de apetite e obstipação são os sintomas mais frequentes nestes animais.

Se o número de bolas de pêlo for elevado podem bloquear o tracto intestinal e o gato não as conseguirá eliminar pelas fezes nem sequer vomitá-las. Este bloqueio, denominado por impactação, é um problema de extrema gravidade que põe em risco a vida do animal se não for detectado a tempo. Nalguns casos só a cirurgia para remoção das bolas de pêlo permite a resolução do problema.

No mercado existem inúmeros produtos que ajudam a eliminar as bolas de pêlo do gato. A maior parte deles tem como ingrediente base um óleo não digerível que lubrifica o tracto gastro-intestinal, permitindo uma eliminação mais eficaz do pêlo ingerido, evitando que se formem os aglomerados. No entanto, estes produtos devem ser usados rotineiramente para que sejam eficazes - aconselha-se que o gato o ingira uma vez por semana durante todo o ano. As dietas com elevado teor de fibra também auxiliam na eliminação das bolas de pêlo. Uma outra forma de evitar uma ingestão tão acentuada de pêlo é escovando o seu gato regularmente para remoção do excesso de pêlo morto.

Tenha sempre em conta que nas alturas do ano em que o seu gato está na mudança de pêlo, este problema torna-se bem mais frequente. Aconselhe-se com o seu médico veterinário sobre o produto mais eficaz para o seu gato e lembre-se que a prevenção é a melhor solução.
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28 de junho de 2009

Patologia dos sáculos anais

Os sáculos anais, também chamados de glândulas anais, localizam-se ao redor do anûs e permitem ao animal marcar o território e "comunicar" com outros animais, uma vez que cada sáculo anal tem um odor único e muito intenso que o identifica (há quem o assemelhe a odor a peixe). Quando o animal defeca, os sáculos anais são esvaziados e uma pequena porção da sua secreção fica por cima das fezes. Isto permite ao animal que as cheirar identificar quem ali esteve.



Localização das glândulas anais

A patologia dos sáculos anais surge quando o cão ou o gato não esvazia totalmente a glândula durante a defecção. O ducto da glândula entope e a glândula enche, dando origem a infecções (saculites anais) e abcessos. O animal sente as glândulas cheias e começa a lamber constantemente o anûs e a arrastá-lo no chão (posição de trenó). Esta patologia é mais frequente nos cães, especialmente nos de raça pequena, contudo também se observa em gatos.

Quando os sáculos anais começam a ficar cheios, o dono ou o veterinário deverá esvaziá-los pressionando a área em redor do anûs. Existem animais que nunca conseguem esvaziar correctamente os sáculos quando defecam, por isso devemos estar atentos ao seu comportamento para os esvaziarmos assim que tiverem cheios. Normalmente, para estes animais é necessário um esvaziamento semanal ou quinzenal, por forma a prevenir uma eventual saculite anal.

Se a saculite anal já está presente o animal terá de fazer antibiótico durante pelo menos 8 dias. Podem-se aplicar pomadas locais que ajudam a diminuir a inflamação da zona anal. As saculites anais dão um desconforto acentuado no animal principalmente se estiver na fase do abcesso, por isso alguns podem retrair-se na hora de defecar - os analgésicos são fundamentais nestes casos.

Uma alimentação rica em fibra é fundamental nos animais que fazem saculites anais com muita frequência. A fibra produz um volume fecal maior fazendo com que haja maior pressão nos sáculos aquando da saída das fezes, facilitando o seu esvaziamento. Se mesmo com este tipo de alimentação o animal continuar a ter saculites, podemos optar pela remoção cirúrgica das glândulas, no entanto existe o risco, apesar de baixo, do animal se tornar incontinente fecal.
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21 de dezembro de 2008

Diarreias em jovens

As diarreias nos animais jovens são relativamente frequentes, sejam eles cachorros ou gatinhos.

Podem ter várias causas, sendo as mais frequentes:

  • alterações repentinas na alimentação;
  • parasitismo;
  • ingestão de leite de vaca;
  • ingestão de objectos estranhos, nomeadamente pedaços de brinquedos,
  • doenças infecciosas.

É comum os donos mudarem de ração nos seus animais. Esta mudança nunca deve ser brusca, mas sim através de uma transição gradual, principalmente, se se tratar de um animal jovem, pois o seu tracto gastro-intestinal é bem mais sensível. Assim, opte sempre por misturar a ração nova com a que o animal está habituado a comer. Faça pelo menos durante uns 5 dias essa transição gradual.

O parasitismo, é outra das causas de diarreia nos jovens. Os bebés devem ser desparasitados a partir das 2-3 semanas de idade, pois transportam parasitas transmitidos pela própria mãe. Se essa carga parasitária for muito elevada é frequente aparecerem as diarreias antes da desparasitação ou mesmo quando esta é efectuada. Nunca esqueça que a desparasitação deve ser mensal pelo menos até aos 6 meses de idade.

O consumo de leite de vaca é contra-indicado para os cães e gatos, nomeadamente os mais jovens. O leite materno destes animais é totalmente diferente do leite de vaca, daí serem mais intolerantes ao leite que nós consumimos. Se necessário, administre sempre leite de substituição para cachorro ou gato, mas nunca leite de vaca. Esse leite vende-se em clínicas veterinárias ou lojas de produtos animais. Nunca se esqueça que a partir das 4 semanas de idade o seu animal já pode começar a fazer a transição para a ração júnior.
Durante a fase de crescimento, a ingestão de material estranho é comum por parte dos cachorros e dos gatinhos.  Roer brinquedos, comer madeira, comer plástico, comer relva, são tudo atitudes frequentes nos nossos jovens. Há que ser duplamente cauteloso com a ingestão deste tipo de material, pois todos eles podem causar distúrbios gastro-intestinais ou algo mais grave como por exemplo obstruções.   




Cachorro a comer sapato

Finalmente, há diarreias que são sintomas de doenças infecciosas. Nos gatinhos temos a panleucopénia felina e nos cachorros a parvovirose e a esgana. Ambas causadas por vírus, estas doenças podem ser mortais em animais jovens, já que deprimem todo o seu sistema imunitário.

Qualquer que seja a causa da diarreia, não deixe de consultar o seu médico veterinário - não esqueça que uma diarreia num animal muito jovem pode rapidamente debitá-lo e trazer consequências gravíssimas para a sua saúde.
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