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23 de janeiro de 2010

Ração seca ou húmida?

A escolha do tipo de ração a dar ao nosso animal de estimação é uma das questões que mais se coloca nas visitas ao veterinário. Esta escolha é baseada em vários factores, nomeadamente, a idade, a raça e eventuais problemas de saúde que o animal tenha. Independentemente da escolha, a ração deverá ser sempre de boa qualidade, pois isso reflectir-se-à na saúde do seu animal - rações ricas em sal e açúcar deverão ser evitadas.

Comida seca ou húmida?

Nos animais de raça grande recomendamos, habitualmente, ração seca pois estes animais exigem um aporte calórico diário bastante elevado, sendo, consideravelmente, mais dispendioso alimentá-los com comida húmida. A comida seca permite também um armazenamento e conservação mais adequados. 

Nos animais de raça pequena, a comida húmida pode ser uma opção em termos de custo, no entanto, a comida seca acaba por ser uma melhor opção em termos de higiene dentária. A comida seca auxilia na limpeza dos dentes e na prevenção do tártaro, pois o animal no processo de mastigação sofre um certo atrito do próprio granulado. Assim sendo, também quanto maior o granulado, maior o atrito e, consequentemente, menor a formação de tártaro. Isto não significa que não possa fornecer comida húmida ao seu animal - pode fazê-lo mas deverá ter especial atenção à higiene dentária do seu animal.

Os animais com patologias crónicas exigem uma dieta adequada à sua patologia, seja ela húmida ou seca. Nos animais com problemas renais ou urinários, por exemplo, o aporte de água deve ser superior, aconselhando-se neste caso uma dieta húmida, já que esta apresenta cerca de 80% de água, ao contrário da seca que apresenta apenas 10%.

Aconselhe-se com o seu médico veterinário sobre a melhor dieta para o seu animal de estimação.
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28 de fevereiro de 2009

Obesidade

Actualmente, a obesidade é uma das doenças com maior prevalência na práctica clínica. Acredita-se que, em todo o Mundo, um em cada quatro animais de estimação é obeso.

Obesidade


Tal como nos humanos, a pouca actividade física e a má alimentação com ingestão de alimentos hipercalóricos são os dois principais factores que conduzem à obesidade. Considera-se que um animal é obeso quando apresenta 20% a mais do peso considerado ideal para a sua idade e raça.

A obesidade pode resultar noutros problemas, ou agravar os já existentes. De entre esses problemas destacam-se:

  • diabetes;
  • problemas articulares;
  • problemas cardio-respiratórios;
  • problemas hepáticos;
  • problemas dermatológicos.

É importante reforçar a ideia de que a obesidade não é um problema meramente estético, mas sim uma doença. A gordura, além de se acumular nos depósitos de tecido adiposo, pode também começar a acumular-se e a envolver determinados orgãos vitais do animal, pondo em risco a sua própria vida.

O animal não controla a quantidade de alimento que ingere. Assim sendo, estabelecer um plano de emagrecimento implica que o dono esteja mentalmente disponível para efectuar as seguintes modificações nos hábitos do seu animal:

  • redução da quantidade diária de alimento ingerido ou mudança para uma ração hipocalórica com doses estabelecidas pelo veterinário: as rações hipocalóricas criam normalmente um maior efeito de saciedade e o animal não fica tão ansioso com as mudanças de hábitos;
  • praticar exercício físico moderado: não o deixe cair em sedentarismo - todos os dias são um bom dia para uma caminhada de alguns minutos; se for, por exemplo, um gato que não saia de casa, então opte por brincar com ele;
  • evitar todo o tipo de "extras": o hábito de oferecer um pouco de tudo deve ser totalmente eliminado; o que para nós pode significar uma refeição leve, para o seu animal pode traduzir-se numa "bomba" de calorias.

Não subestime o "é só um bocadinho..."


Para controlar o peso do seu animal, opte por vigiar a sua condição corporal. Mais do que o peso, a condição corporal dá-nos uma imagem bastante fidedigna do estado do animal e permite-nos, de uma forma muito simples, percebermos se o nosso animal está a ficar gordito ou não. E lembre-se que, para ele conseguir emagrecer, o dono tem de querer!






Condição Corporal do Cão 







Condição Corporal do Gato
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